Tendências
09 de outubro de 2019

Fundos imobiliários: como começar a investir nesse mercado

Os investimentos em fundos imobiliários têm se tornado cada vez mais fortes no país, em especial para grandes empreendimentos e lajes corporativas, mostrando-se um excelente negócio.

A vacância para empreendimentos de alto padrão (áreas vagas de escritórios corporativos classes A e A+) em São Paulo encerrou o mês de agosto em 21,12%, especialmente pela retomada da região da Chucri Zaidan, na zona sul da capital paulista. Esses dados mostram sinais de retomada real no crescimento do setor.

Panorama favorável aos fundos imobiliários

Neste contexto, a opção por Fundos de Investimentos Imobiliários (FIIs) é uma forma assertiva e simples de ter acesso a grandes imóveis, sem precisar adquiri-los de maneira integral, ou participar de leilões. Com os FIIS, o investidor torna-se sócio de parte de lajes corporativas em grandes centros, galpões logísticos e industriais, shoppings centers, entre outros ativos, dispondo da vantagem de finalizar esta sociedade a qualquer momento, ou remanejar seu montante de participação.

Atualmente, o fundo imobiliário pode ser adquirido de forma simplificada, clara e com mais confiabilidade, indo ao encontro com a boa oportunidade de crescimento do mercado. A Cushman & Wakefield, especialista do setor de imóveis de alto padrão, em parceria com a plataforma FIIS compartilha neste artigo dados importantes sobre as vantagens neste tipo de ação financeira.

Benefícios dos fundos imobiliários

A praticidade é um dos pontos primordiais quando se pensa em vantagens obtidas pelos FIIs. Nesse modelo, o investidor não se preocupará com burocracias cartoriais, nem com análises de cenários de vacância, negociações com locatários, entre outras questões.

“Na prática, os investidores não precisam realizar a gestão dos ativos presentes no portfólio dos FIIs, pois essa responsabilidade cabe a uma entidade de gestão específica ou instituições independentes”, explica Rafael Campagnaro, executivo da plataforma FIIS.

Para ser um investidor nesse modelo, deve-se comprar cotas do segmento, impreterivelmente utilizando a bolsa de valores. Para desfazer-se delas, é preciso a venda para outro interessado, também pela mesma via, sujeito a precificação de acordo com a lei da oferta e procura.

Por exemplo, quando um fundo imobiliário é visto como uma boa alternativa, com perspectivas de apresentar rentabilidade acima da média do mercado e de forma perene, é previsível que a procura aumente e, por consequência, as compras das cotas, fazendo com que o preço destas suba.

Com isso, a cota inicia um processo de supervalorização em relação ao valor patrimonial do FII, e seu Dividend Yield (DY, ou relação entre o valor de rentabilidade pago por cota, dividido pelo preço da cota), recua.

Atualmente, há três formas de investir em compras de cotas de um fundo imobiliário:

  • Participando de uma Oferta Pública Inicial (ou IPO, sigla em inglês para Initial Public Offering) que, no caso dos Fiis, é representada por cotas;
  • Comprando cotas de um investidor, através do mercado secundário (bolsa de valores) que participou do IPO;
  • Participando de uma emissão secundária de cotas. Em geral, os investidores que já possuem cotas são os que têm a preferência.

O mercado de fundos imobiliários está aquecido e essa informação é endossada pelos relatórios do Boletim do Mercado Imobiliário da B3 – Brasil, Bolsa, Balcão – referentes ao mês de julho de 2019. Eles mostram a curva extremamente íngreme no gráfico de números de investidores em relação ao tempo.

 

“Importante salientar que uma das consequências do aumento do número de investidores já pode ser claramente percebida por meio do aumento – também exponencial – do volume anual e mensal e da média diária de negociações dos ativos transacionados da indústria”, completa o executivo do FIIis.

 

Potencial de crescimento dos fundos imobiliários

Ainda segundo Campagnaro, a indústria dos REITs (os fundos imobiliários americanos) fechou o ano de 2018 com valor de mercado de pouco mais de US$ 1 trilhão, valor distante da realidade brasileira. Porém, a movimentação do setor nacional já demonstra indícios para os fundos imobiliários tornarem-se relevantes à nossa economia nos próximos anos.

Sob a perspectiva de regiões que possuem edifícios corporativos de alto padrão e que vem se destacando nos últimos 3 anos com reduções expressivas em sua taxa de vacância, encontramos a Chucri Zaidan, Faria Lima, Itaim Bibi, Paulista e Presidente Juscelino Kubitschek. Os principais FIIs sugeridos são: FCFL11, FLMA11, FFCI11, HGPO11, BRCR11, HGRE11, KNRI11, JSRE11, TBOF11, TRNT11, ONEF11, FVBI11, VLOL11, THRA11, EDFO11B11, DRIT11B. Contudo, Campagnaro ressalta que é preciso uma análise mais detalhada, caso a caso, para uma decisão assertiva.

A Cushman & Wakefield acompanha essa retomada econômica e pode auxiliar nessa missão. Nossa equipe de especialistas, de maneira consultiva e com base em dados, auxilia investidores, incentivando o aproveitamento das melhores oportunidades do mercado imobiliário de alto padrão, levando em conta os mais relevantes pontos de análise.

Aprofunde-se sobre essas oportunidades com nossos consultores.

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Projeções de revitalização da área urbana entre Chucri Zaidan e Chácara Santo Antônio para o mercado imobiliário paulistano.

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