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04 de fevereiro de 2019

Eficiência Energética Procel Edifica

Instituído em 2003 pela ELETROBRAS, o Programa Nacional de Eficiência Energética em Edificações – PROCEL EDIFICA foi criado com a missão de incentivar a conservação e o uso eficiente dos recursos naturais (água, luz, ventilação etc.) nas edificações brasileiras, reduzindo desperdícios e impactos ambientais. Ela é concedida na fase de projeto e após a construção do edifício.

A Etiqueta Procel Edifica promove o uso racional da energia elétrica em edificações desde sua fundação, sendo que, com a criação da certificação sustentável as ações foram ampliadas e organizadas com o objetivo de incentivar a conservação e o uso eficiente dos recursos naturais (água, luz, ventilação etc.) nas edificações, reduzindo os desperdícios e os impactos sobre o meio ambiente.

 

Como é o processo de certificação?

Nos edifícios comerciais, os critérios de avaliação englobam três aspectos: envoltória, iluminação e condicionamento de ar. Nos edifícios residenciais, são avaliados a envoltória, o sistema de aquecimento de água e sistemas das áreas comuns (iluminação, elevadores, bombas centrífugas etc.).

Para o processo de etiquetagem, foram desenvolvidos o Regulamento Técnico da Qualidade do Nível de Eficiência Energética (RTQ), que traz os requisitos técnicos para a avaliação da eficiência energética das edificações, e documentos complementares, como o Regulamento de Avaliação da Conformidade do Nível de Eficiência Energética (RAC), ambos publicados pelo Inmetro.

eficiência energética

O RAC apresenta o processo de avaliação das características do edifício para etiquetagem, junto ao organismo de inspeção credenciado pelo Inmetro – atualmente, a Fundação Vanzolini, em São Paulo, é a responsável pela outorga da certificação.

Para atestar o nível de eficiência do edifício pode ser utilizado o método prescritivo (o mais aplicado) ou o de simulação. A classificação do nível de eficiência energética de um edifício pode variar de A a E, sendo A o mais eficiente, e está relacionada à pontuação total alcançada pelo edifício, calculada com base no resultado da avaliação de cada sistema individual associado a um peso. Desde agosto de 2014, a etiquetagem é obrigatória para edifícios da administração pública federal direta, autárquica e fundacional. Projetos novos e de retrofit devem ser desenvolvidos de forma a garantir a obtenção da etiqueta classe “A”.

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