Novidades da C&W
08 de abril de 2015

Coleta de resíduos perigosos chega a 2,2 toneladas no ano passado nos edifícios gerenciados pela Cushman & Wakefield

O Programa Edifício Vivo, da consultoria americana Cushman & Wakefield, coletou 2,2 toneladas de resíduos perigosos em 2014, entre pilhas, baterias e celulares. Esse número é 57% superior ao registrado no ano anterior. Desde 2010, quando o projeto teve início, 10,2 toneladas de resíduos perigosos foram coletadas. A empresa aplica o programa em 32 edifícios comerciais que gerencia na capital paulista e em algumas cidades do Interior de São Paulo. As ações da empresa também incluíram o destino ambientalmente adequado de aproximadamente 60 toneladas de resíduos recicláveis e de mais de 63 mil lâmpadas fluorescentes somente no ano passado.

“Metais pesados contidos em pilhas e baterias, como mercúrio, chumbo, zinco, quando degradados em aterros e lixões podem contaminar os lençóis freáticos”, afirma Priscila Aline de Souza, Consultora de Sustentabilidade da Cushman & Wakefield.  Segundo ela, pelo Programa Edifício Vivo, esses resíduos têm seu destino final assegurado em função de uma parceria com a Silcon Ambiental, especializada em retirada e transformação desse tipo de material.

Para fazer a coleta, a empresa disponibiliza recipientes apropriados e banners informativos em todos os edifícios participantes. Também podem ser descartados palms, câmeras fotográficas e todos os tipos de bateria de chumbo ácido (utilizadas em no-breaks e centrais telefônicas). Para o descarte das lâmpadas fluorescentes, a C&W tem parceria com a Brasil Recicle. E, para a correta destinação do resíduo reciclável, o trabalho é realizado com a cooperativa You Green.

 

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