Novidades da C&W
12 de março de 2015

Edifício Eluma, exemplo de funcionalidade

antonio

Antônio Yoshiro, síndico do Edifício Eluma.

Há quase 20 anos sob a gestão da C&W, o empreendimento se mantém moderno e comercialmente atrativo

Em 1977, foi inaugurado o Edifício Eluma, na consagrada Avenida Paulista. Ocupando uma área de 44 mil m2, sendo que 25 mil m2 são de construção, distribuídos em 24 andares, o empreendimento já tinha como vizinha de frente a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, a Fiesp, e sua calçada fervilhava de pedestres. Não tanto quanto hoje, já que uma das estações de metrô da linha verde, a Trianon-Masp, fica praticamente na entrada do prédio, que chama a atenção por sua arquitetura diferenciada, assinadapelo arquiteto americano Charles Bosworth, contratado pelo empresário Luiz Eduardo Campello, do Grupo Eluma, para criar um edifício multiúso, cuja cobertura seria a sua residência. É nela que hoje fica a equipe da Cushman & Wakefield, que gerencia todo o prédio 24 horas por dia. Quem acompanha de perto esse trabalho é o síndico Antônio Yashiro que gentilmente nos concedeu uma entrevista na qual fala sobre sua experiência e a importância de contar com uma equipe com expertise em gerenciamento de propriedades.
 
Desde quando o senhor assumiu o posto de síndico?
Há 12 anos, aproximadamente. Comecei participando do conselho do edifício, representando a empresa em que trabalho, que comprou três andares em 1989. Na época, eram poucos proprietários – acredito que seis, no máximo. Havia um administrador contratado por nós e fazíamos um rodízio no cargo de síndico. Mas, logo depois, alguns proprietários decidiram vender seus andares. Hoje temos 23 donos. Foi quando decidimos remodelar a estrutura de gerenciamento.
 
Por que decidiram remodelar a estrutura de gerenciamento? O que fizeram, exatamente?
Administrar quadro próprio de funcionários, folha de pagamento, férias, faltas, portaria, estacionamento, limpeza e segurança não é nada fácil. Sem falar nas reformas de cada proprietário ou locatário quando mudavam para cá e na manutenção predial. Diante do aumento do número de proprietários, a preocupação do conselho foi ter alguém de fora que acompanhasse tudo e principalmente promovesse a modernidade no edifício. Era – e continua sendo – do nosso interesse manter o Eluma atrativo comercialmente, com infraestrutura que sempre atenda às necessidades dos ocupantes e também dos visitantes. Assim, buscamos no mercado empresas que pudessem gerenciar com profissionalismo e conhecimento o nosso edifício. Escolhemos a Cushman & Wakefield, que está conosco desde 1996.
 
Qual a primeira grande mudança que a C&W fez?
A transição entre o sistema antigo e novo foi remodelada com a equipe da Stela Hirata, atual diretora de Gerenciamento de Propriedades da C&W, que mudou completamente a forma de administrar, usando sua expertise, metodologia e planejamento com competência, sobretudo, em relação às empresas terceirizadas que prestavam serviço para nós. Depois de otimizar gastos e estabelecer um controle orçamentário, veio a atualização tecnológica. Uma das reclamações que sempre apareceram nas pesquisas era sobre os elevadores, muito antigos e lentos, que atrasavam o fluxo das pessoas. Foram instalados 8 elevadores Miconic 10, com sistema de chamada antecipada. O Eluma foi o pioneiro na utilização dessa tecnologia na Av. Paulista. A modernização dos elevadores permitiu uma renegociação do contrato de manutenção com redução de 66% do valor do contrato. E muitas outras reformas e adaptações foram sendo sugeridas pela C&W, que sempre segue normas e leis, como as de acessibilidade. Isso nos dá muita segurança, além de nos manter atualizados.
 
Quais outras inovações foram implementadas com a expertise da C&W?
Foram implantados o circuito fechado de TV e o controle de acesso, monitorados pela Central de Segurança que fica no próprio Eluma. Substituímos as quatro torres de resfriamento do sistema de ar-condicionado e instalamos registros em todos os andares para evitar desperdícios e manutenções que danifiquem o edifício. Antes dessa instalação, a cada manutenção realizada tínhamos de esgotar toda a água do circuito. Também automatizamos as bombas das torres de resfriamento, o que nos gerou a redução no consumo de energia de 21,5%, o que representa menos de R$ 7 mil na conta de energia do edifício. Tem ainda a recuperação da fachada, reforma dos vestiários e refeitórios dos terceiros, troca da tubulação de água potável e de água de previsão, acessibilidade dos banheiros etc.
 
Todas essas ações são decididas com o conselho? Como elas impactam diretamente nos negócios do edifício?
Sim. A cada dois meses temos uma reunião com a C&W, que presta contas de tudo que faz no prédio e sempre apresenta novas soluções e propostas. Como é um prédio antigo, e nós, os investidores, gostamos de inovar, de deixar o prédio atualizado, estamos sempre acompanhando tudo de perto. Com o gerenciamento C&W, o nosso prédio é funcional, com boas instalações. E isso é ótimo para os negócios.

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